segunda-feira, 10 de dezembro de 2012


Salmo de Rei Davi 15

SENHOR, quem habitará no teu tabernáculo? Quem morará no teu santo monte?
Aquele que anda sinceramente, e pratica a justiça, e fala a verdade no seu coração.
Aquele que não difama com a sua língua, nem faz mal ao seu próximo, nem aceita nenhum opróbrio contra o seu próximo;
A cujos olhos o réprobo é desprezado; mas honra os que temem ao SENHOR; aquele que jura com dano seu, e contudo não muda.
Aquele que não dá o seu dinheiro com usura, nem recebe peitas contra o inocente. Quem faz isto nunca será abalado.
Salmos 15:1-5

Introdução: Quando Cristo entra em nossas vidas, nós automaticamente passamos a ter características parecidas com  as suas e estamos ioncorporados um seleto número de pessoas que decidiram abandonar o pecado e viver uma vida santa. Esta nova vida, trás consigo algumas novas responsabilidades, dentre elas e a mais séria é vivermos a cada dia como Jesus viveu. A sermos a cada dia que passa mais parecidos com ele. Estanova vida, como o próprio termo já diz, é caracterizada por não vivermos mais aprisionados as antigas paixões, sentimentos e atitudes, ou seja, é uma vida completamente nova. Passamos agora a ser reconfigurados para vivermos como filhos de Deus. Bem! Deus sabia que sozinhos não conseguiríamos isto, foi necessário ele ter enviado seu precioso filho para morrer por um grande número de pessoas (Igreja) e enviado o seu Espírito Santo para fazer intercessões por nós, assim como fazer nós nos desviarmos dos pecados pesando sobre a nossa consciência o erro e o arrependimento. Deus é santo. Por isso precisamos ser santos também! I Pe. 1:15 Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver;  Para isto a revelação de Deus nos veio como uma bússola para nos orientar acerca do que devemos fazer. Deus precisa de uma igreja santa, separada e não contaminado com o que existe no mundo. Neste Salmo, Deus examina a consciência do homem. Revelando a necessidade de ser íntegro em seus procedimentos. Este Salmo está definido como salmo sapiencial/didático, ou seja, medita profundamente sobre a Lei de Deus e traz em seu bojo uma gama de sabedoria divina e alerta ao homem como seguir os caminhos de Deus. Os salmos são uma ponte entre os sentimentos do povo Deus.  

1 – A Grande Pergunta (v. 1); Salmo 24.3-6

1.1 - Quem, Senhor, habitará no teu tabernáculo?

Este padrão de pergunta e resposta pode ter como modelo o que acontecia em certos santuários do mundo antigo, com o adorador perguntando as condições de admissão e o sacerdote dando a resposta. Embora, entretanto, a resposta esperada poderia ter sido uma lista de exigências rituais (Êx. 19.10-15; 1 Sm 21. 4-5). Osalmista usa a figura do tabernáculo para ilustrar a morada de Deus.

1.2 - Quem há de morar no teu santo monte? (Hb. 12.22-29)

22
Mas chegastes ao monte Sião, e à cidade do Deus vivo, à Jerusalém celestial, e aos muitos milhares de anjos;
23
A universal assembléia e igreja dos primogênitos, que estão inscritos nos céus, e a Deus, o juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados;
24
E a Jesus, o Mediador de uma nova aliança, e ao sangue da aspersão, que fala melhor do que o de Abel.
25
Vede que não rejeiteis ao que fala; porque, se não escaparam aqueles que rejeitaram o que na terra os advertia, muito menos nós, se nos desviarmos daquele que é dos céus;
26
A voz do qual moveu então a terra, mas agora anunciou, dizendo: Ainda uma vez comoverei, não só a terra, senão também o céu.
27
E esta palavra: Ainda uma vez, mostra a mudança das coisas móveis, como coisas feitas, para que as imóveis permaneçam.
28
Por isso, tendo recebido um reino que não pode ser abalado, retenhamos a graça, pela qual sirvamos a Deus agradavelmente, com reverência e piedade;
29
Porque o nosso Deus é um fogo consumidor

 

A concepção israelita algumas vezes concebia que Deus se manifestava nos lugares altos, por isso temos o salmista perguntando no salmo 121: “Levanto os meus olhos para o monte de onde me viráo socorro, o socorro vem do senhor que fez os céus e a terra”. O monte Sião é o monte do Senhor. É a casa de Davi. É o céu.

2 – Resposta  Geral (v.2)
 

O que vive com integridade,

 A Igreja de Deus deve ser diferente por  quê servimos um Deus santo, integro e bondoso. Somos diferentes porque não nos amoldamos à características dos homens e mulheres que não querem nada com Cristo. A integridade foi uma característica marcante na vida de Jó e Jesus. 1.2 -

 A justiça era um elemento importante à moral israelita. Se o próprio Deus é conhecido por causa da sua justiça perfeita e reta, quanto mais devemos proceder de tal forma. Em Dt. 10. 17, 18 Moisés diz que Deus faz justiça ao órfão e a viúva e ama o estrangeiro, dando-lhes pão e veste. Deus não ama a justiça apenas de lábios, mas demonstra pelo cuidado com o seus filhos. Pois abominação era para o Senhor todo aquele que faz injustiça (Dt. 25.26). Porque bem-aventurados são aqueles que têm sede e fome de justiça, e que serão perseguidos por causa dela (Mt. 5.6, 10).1.3 -

De coração, fala a verdade.

Ser seguro e digno de confiança e não apenas meramente correto. Davi foi um exemplo de alguém que viveu nestes termos, segundo o testemunho de seu próprio filho Salomão em 1 Reis 3.6, ele diz que Davi: andou com fidelidade, em justiça, em retidão de coração. Davi, apesar dos pecado cometidos, era alguém da confiança de Deus. Ele não foi escolhido por acaso. Deus conheceu seus mais íntimos sentimentos e pensamentos. Deus precisa de pessoas como Davi, para que ele dar responsabilidades até maiores do que a de Davi. Deus pode cumprir a sua vontade independente do homem, mas ele nos deu este privilégio de participarmos nos a moldando de sua vontade e de suas obras 3 - Exemplos Especiais (v. 3-5) Pv. 10.12 ( este verso expõe o tema de Pv.)   1.1 – O que não difama com sua língua, O Livro de Tiago é um livro clássico quando se trata do poder da língua na vida do crente. Ele diz que se alguém é religioso e deixar de frear sua língua sua religião é vã. Tiago conhece bem o poder que ela tem por isso disse: “Ora, a língua é fogo; é mundo de iniquidade.”. Em outra verso ele diz que o homem por si só não é capaz de freá-la, certamente ele precisa da ajuda do Espírito Santo para isso. 1.2 - Não faz mal ao próximo; Este princípio Jesus estabeleceu ao resumir a Lei em apenas duas: amarás ao senhor teu Deus de todo o teu coração e de toda a tua alma e de todo o teu entendimento e ao teu próximo como a ti mesmo. Amar não é fazer o mal, isto é óbvio. Seja de que natureza for! 1.3 - Nem lança injúria contra seu vizinho; Não podemos pagar injúria com injúria, mas bendizendo. Este é um princípio em 1 Pedro que evoca uma atitude ou procedimento puro para com as palavras. Não ofender. Não insultar.1.4 - O que, a seus olhos, têm por desprezível ao réprobo, mas honra aos que teme ao Senhor; parece uma atitude farisaica, mas é pura lealdade. (Gn 14. 17-24 – as atitudes de Abraão com os dois reis) 1.5 - O que jura com dano próprio e não se retrata Pv. 6.1-5 (ensina que, ao perceber o seu erro, a pessoa pode corretamente implorar sua desobrigação); 1.6 - O que não empresta o seu dinheiro com usura, tirar proveito das desgraças do próximo,  Dt. 23.19.1.7 - Nem aceita suborno contra o inocente a lei proibia a extorsão e encorajava a generosidade (Êx. 23.9).
4 – Promessa (v.5a)
1.1          – Não será jamais abalado; a ameaça de insegurança é enfrentada pela confiança total em Deus, não por se aliar aos fortes. É por isso que esta última frase tem seu pleno sentido, na promessa de que Deus é nosso refugio; como está muito bem descrito no salmo 23: sendo o Senhor o meu Pastor não tenho necessidade de mais nada, mesmo que esteja passando por grandes adversidades, comparadas até com a morte não temerei mal algum.

O Senhor te abençoe e te guarde

 

 

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Bombeiros choram ao ver pastores morrerem cantando.

Dois pastores evangélicos e um motociclista morreram num acidente envolvendo sete veículos, na Rodovia do Contorno, trecho da BR 101 que liga Serra a Cariacica.

Os religiosos pertenciam à Igreja Assembleia de Deus e haviam saído de Alegre, município da Região Sul do Estado, rumo a uma convenção estadual da igreja em Nova Carapina II, na Serra.

Tudo começou quando um caminhão freou por causa do intenso fluxo de carros no sentido Cariacica - Serra. Os veículos que vinham atrás dele frearam também, mas o último caminhão - de uma empresa de cerveja - não conseguiu parar a tempo. Com isso, os veículos que estavam à frente foram imprensados uns contra os outros.

Os pastores José Valadão de Souza e Nelson Palmeira dos Santos e o motociclista Jonas Pereira da Silva, 52 anos, morreram no local. O mais comovente do triste episódio, foi o relato dado por 2 pastores sobrevivente, e pelos bombeiros que tentavam tirar os pastores ainda com vida, que estavam presos nas ferragens.

As testemunha citadas acima, contam que os pastores ainda com vida e presos nas ferragens, em meio a um mar de sangue que os envolvia, começaram a cantar o Hino 187 da harpa cristã:

Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!
Ainda que seja a dor
Que me una a ti,
Sempre hei de suplicar
Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!...

Aos poucos suas vozes foram silenciando-se para sempre.

As lagrimas tomaram conta dos bombeiros, acostumados a resgatar pessoas em acidentes graves, porem jamais viram alguem morrer cantando um hino; como foi o caso dos pastores Nelson Palmeiras e João Valadão .

terça-feira, 17 de abril de 2012

IGREJA PRESBITERIANA DE ASSU 

Escola Biblica no bairro Feliz Assu
 Ensinando
                 Edificando
  
PARTICIPE!

segunda-feira, 16 de abril de 2012

LOUVOR

Dos elementos do culto, o louvor recebe especial destaque. É como se a Bíblia ordenasse "cantai sem cessar" e "cante quer seja oportuno, quer não". Infelizmente, o problema não é apenas de quantidade, nem só de ênfase, mas principalmente de qualidade. Embora muitos discordem de que os louvores cantados na igreja sofram de uma probreza espartana, isto se dá porque não pensaram o bastante sob qual prisma os louvores devem ser avaliados. Este texto é um convite à reflexão, a partir de três perguntas básicas.

1. A quem o louvor é dirigido? Todos concordam que louvor é adoração, como o são os demais elementos do culto. E sendo adoração, tem Deus como objeto, uma vez que louvar outro ser é idolatria. Assim, todos os cânticos são oferecidos a Deus, mesmo aqueles que visam edificar a igreja, pois diz a Bíblia "instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria, louvando a Deus" (Cl 3:16). Acredito também que todos concordam que sendo oferecido a Deus, o nosso louvor deve ser o melhor que poduermos oferecer. Não podemos oferecer animais cegos, doentes ou aleijados ao Senhor, esperando que Ele seja menos exigente que um governador. "Quando trazeis animal cego para o sacrificardes, não é isso mal? E, quando trazeis o coxo ou o enfermo, não é isso mal? Ora, apresenta-o ao teu governador; acaso, terá ele agrado em ti e te será favorável? —diz o SENHOR dos Exércitos" (Ml 1:8). Somente o nosso melhor é aceitável.

2. Mas quem define o que é melhor em matéria de louvor? Na antiga dispensação, Deus definia como deveria ser o sacrifício oferecido a Ele. "Quando alguém oferecer sacrifício pacífico ao SENHOR, quer em cumprimento de voto ou como oferta voluntária, do gado ou do rebanho, o animal deve ser sem defeito para ser aceitável; nele, não haverá defeito nenhum" (Lv 22:21). Na Nova aliança, o sacrifício de animais foi substituído pelo perfeito sacrifício de Jesus, porém ainda é ordenado aos crentes "que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional" (Rm 12:1). Como uma oferta a Deus, nosso louvor deve ser "como aroma suave, como sacrifício aceitável e aprazível a Deus" (Fp 4:18). O Senhor nosso Deus é que decide o louvor que Lhe é agradável.

3. Como podemos saber qual é o louvor que agrada a Deus? Deus não nos abandonou à sorte, para descobrirmos por tentativa e erro, que tipo de louvor lhe é agradável. Temos na Sua Palavra, instruções claras e exemplos práticos de como deve ser o cântico que entoamos no culto. Basta-nos salientar neste artigo o seguinte ponto: a quem o louvor que cantamos exalta, a Deus ou ao homem? "Eu sou o SENHOR, este é o meu nome; a minha glória, pois, não a darei a outrem" (Is 42:8) é a reivindicação de Jeová. "Não a nós, SENHOR, não a nós, mas ao teu nome dá glória, por amor da tua misericórdia e da tua fidelidade" (Sl 115:1) deve ser nossa resposta. Acima de qualquer qualidade técnica ou melódica, nosso louvor deve refletir esse princípio.

É possível, triste mas possível, que você acredite que apesar do que a Bíblia diz, você pode cantar louvores que sejam clara ou sutilmente anti-bíblicos. Talvez você pense que seus gostos musicais vem antes da glória de Deus ou quem sabe Deus prefira o seu prazer ao dEle. Se este for o caso, permita-se ouvir o que Deus diz através de Isaías: "Parem de trazer ofertas inúteis! O incenso de vocês é repugnante para mim. Luas novas, sábados e reuniões! Não consigo suportar suas assembléias cheias de iniqüidade. Suas festas da lua nova e suas festas fixas, eu as odeio. Tornaram-se um fardo para mim; não as suporto mais!" (Is 1:13-14, NVI)

sexta-feira, 13 de abril de 2012



Para descrever a natureza da imagem alguém pode imediatamente
afirmar o princípio de que qualquer interpretação que identifique a imagem
com algumas características não encontradas em Deus deve ser incorreta. Por
exemplo, a imagem não pode ser o corpo do homem. Se alguém diz que a
posição ereta do corpo humano, em contraste com os animais quadrúpedes e
os répteis, é a imagem, a resposta não é meramente que os pássaros têm duas
pernas, mas antes que Gênesis não faz nenhuma referencia à imagem física.
Uma razão mais importante para negar que o corpo do homem seja a imagem
é o fato de que Deus não é e não tem um corpo.
Alguém pode ao mesmo tempo ver uma distinção mais notável entre a
criação dos animais e a criação do homem. Em Gênesis 1:11 lemos: “Produza
a terra erva verde”; uns poucos versos adiante: “E disse Deus: Produzam as
águas abundantemente”. O verso 24 adiciona: “Produza a terra alma vivente
conforme a sua espécie; gado e répteis, e bestas-feras da terra conforme a sua
espécie”. Mas Gênesis 1:26, 27 cita Deus como dizendo: “Façamos o homem
à nossa imagem”. Porque a terra produziu gado, enquanto Deus diz
“façamos”, a expressão sugere um relacionamento mais direto com Deus e o
homem do que aquele entre Deus e os animais. Os animais são deveras
bonitos, interessantes e úteis, mas o homem é superior. Como? Alguns
teólogos contemporâneos, no geral totalmente ortodoxos, insistem que o
homem é uma unidade, não uma dualidade; por conseguinte, eles concluem
que ele não é a sua alma, mas a combinação da alma e corpo.


Alma e Corpo


Antes de discutir tal visão, a pessoa deve perceber que a terminologia
do Novo Testamento, embora um desenvolvimento da do Antigo, não é
precisamente a mesma. Gênesis descreve explicitamente a alma como a
combinação do barro terreno e o sopro divino, e chama o homem de alma
vivente. A linguagem no parágrafo precedente toma alma como sendo algo
totalmente distinto do corpo, e esse é em geral o uso do Novo Testamento.
Enquanto o Antigo Testamento freqüentemente usa alma e espírito de forma
sinônima, o Novo Testamento — especialmente quando as formas adjetivas
das palavras ocorrem — impõem sobre elas uma distinção moral.
Natural
carrega uma conotação má (compare 1 Coríntios 2:14; 15:44; Judas 19). Por
outro lado, espiritual não mais denota o espírito humano, mas a influência do
Espírito Santo (compare 1 Coríntios 2:11-16 e 15:42-47; Colossenses 1:9; 1
Pedro 2:5).
Com esse pano de fundo escriturístico em mente, a pessoa pode
retornar à questão, não a de que se o homem é uma unidade, mas a de que
tipo de unidade o homem é. Um caso paralelo deve ajudar. O sal é um tipo de
unidade também, sendo a combinação química de sódio e cloro. Assim
também, o homem composto não é a alma. Aqui, certamente, a palavra
alma
não reproduz o uso de
nephesh em Gênesis 2:7. Ela reproduz o uso no Novo
Testamento e o uso comum do nosso presente século. Agora, para mostrar
que o homem em si não é a combinação — mas precisamente a alma, mente
ou espírito — alguém pode apelar para 2 Coríntios 12:2, que diz que numa
ocasião Paulo não sabia se ele estava no corpo ou fora do corpo. É totalmente
óbvio que
ele não poderia ser o corpo, pois ele, Paulo, poderia estar no corpo
ou fora dele. E se o homem
é a alma, temos uma unidade mais perfeita do que
o composto químico de sódio e cloro. Alguém pode citar também 2 Coríntios
5:1: “Porque sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se
desfizer, temos de Deus um edifício, uma casa não feita por mãos, eterna, nos
céus”. Similarmente Filipenses 1:21ss diz: “Porque para mim o viver é Cristo,
e o morrer é ganho... mas de ambos os lados estou em aperto, tendo desejo de
partir, e estar com Cristo, porque isto é ainda muito melhor...”. O corpo não é
a pessoa; ele é um lugar no qual a alma habita. A casa eterna nos céus não é a
alma, pois nossas almas não são eternas. Pela graça de Deus elas são
intermináveis, mas eternidade seria uma negação de sua criação. O que Paulo
está dizendo é que se a residência presente da alma for destruída, não
precisamos temer, pois na casa do nosso Pai há muitas moradas, e Cristo
ascendeu para prepará-las para a chegada das nossas almas. Ou para mudar a
figura, o presente corpo, como Agostinho disse, é um instrumento que a alma
usa. É a última que é a imagem e a pessoa.
Embora os dois versos citados acima venham de Paulo, Pedro ensina a
mesma doutrina quando ele diz que ele brevemente deixará este tabernáculo
terreno. O corpo tinha sido sua casa ou tenda. Ele mesmo seria em breve
movido para quartos mais elaborados.
Isso dispensa a noção de que o corpo é uma parte da imagem. A
imagem é a alma. Realmente a alma é mais do que a imagem. De todas as
passagens citadas, 1 Coríntios 11:7 — previamente usada para mostrar que o
homem é a imagem — permanece a mais forte de todas, pois ela adiciona uma
frase impressionante. Ela é tão surpreendente que nenhuma pessoa devota
ousaria inventá-la, pois ela diz que o homem não é somente a imagem de
Deus, mas que o homem é também a glória de Deus. Somente a autoridade da
revelação direta permite essa asserção. Hodge, em seu comentário sobre 1
Coríntios, oferece uma explicação dessa designação adicional, mas é suficiente
aqui simplesmente reconhecer quão enfática ela é.
Essa visão do homem parece manter a unidade da pessoa melhor do
que suas rivais; ela parece ser mais consistente e lógica; e com todo o suporte
escriturístico indicado, parecer ser impossível encontrar uma visão que seja
mais bíblica. Visto que a doutrina é tão importante com relação à soteriologia,
pode ser interessante, se não essencial, ver como a igreja terrena começou a
estudar o assunto.



 
http://www.ipb.org.br/radio/justplaylist.php

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Reinauguração da Congregação Presbiteriana do Frutilandia / Assu, RN

Dia 21 deste, reinauguração da Congregação Presbiterina do bairro Frutilandia
 em novo prédio à Rua Francisco Esmeraldino  Soares SN 
Programação:
09:00 - Reunião de oração.
15:00 - Visitas de evangelização.
19:30 - Culto de adoração a Deus - Preletor Presbitero Francisco de Assis de Araújo.

"Transformar vidas e cuidar delas"